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Foi num ambiente de grande cordialidade e união entre os presentes que a Cooprofar celebrou, no passado dia 23, o 40º aniversário da empresa. O sucesso do evento ficou evidenciado pela proximidade e unanimidade entre membros da direção, clientes associados e colaboradores. No âmbito das ações de comemoração dos 40 anos, o evento principiou com a inauguração de um mural alusivo à «Essência Cooprofar» da autoria de José Emídio, artista plástico conceituado da Cooperativa Árvore, que explicou a inspiração para a obra formada por um total de 850 azulejos, enquadrando-a na atividade e ADN da Cooprofar. Seguiu-se a homenagem póstuma àquele que foi uma figura ímpar e incontornável no percurso da Cooprofar – Dr. Américo José Tavares da Silveira – e que assumiu os destinos da Cooprofar como Presidente da Direção, ao longo de mais de 30 anos, tendo sido pioneiro na evolução de um modelo cooperativo para um grupo empresarial reconhecido pelo setor.

O Grupo Medlog foi o convidado para falar sobre o setor Farma na Supply Chain. O caso de sucesso da Dismed foi exposto pelo seu diretor de transportes, explicando a percepção que a empresa teve há 6 anos de que o mercado precisava de um transportador capilar especializado em saúde e esse foi o caminho seguido. A decisão levou a rentabilizar os meios que estavam dedicados ao grupo, criando uma empresa autónoma e diferenciada para trabalhar no setor farmacêutico. Neste mercado altamente concorrencial, foi demonstrado que a experiência no transporte de produtos frágeis e sensíveis sujeitos a serem danificados, assim como, a garantia do cumprimento de requisitos muito importantes como é o da temperatura controlada (<25º) são uma mais-valia e fator diferenciador da Dismed, com soluções customizadas a cada cliente, com as vantagens inerentes para o cliente de ter um operador especializado em transporte de produtos farmacêuticos.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico considera que o sistema de saúde português respondeu bem à pressão financeira dos últimos anos, conseguindo equilibrar a necessidade de consolidação das contas públicas com melhorias na qualidade. Como bons exemplos, a OCDE aponta, por exemplo, os indicadores de internamentos hospitalares por asma, doença pulmonar obstrutiva crónica e diabetes, sublinhando que “são das mais baixas taxas da OCDE”. É ainda frisada a acentuada redução na mortalidade por doença isquémica do coração desde 1990, que atualmente é a quarta mais baixa entre os países membros da OCDE. Em relação ao financiamento, o relatório considera que apesar da quebra acentuada depois de 2008, com a crise financeira global, Portugal ainda gasta mais percentagem do PIB em saúde do que a maioria dos países da OCDE. [Fonte: Lusa]