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O Grupo Cooprofar-Medlog, maior grupo de capital exclusivamente português no setor da logística e distribuição farmacêutica, foi distinguido pela conceituada multinacional SGS no âmbito do Sistema de Gestão de Responsabilidade Social (SA 8000) implementado. Auditado pela empresa líder mundial em certificações, o Grupo viu renovada uma certificação que o acompanha desde 2005, tendo sido a segunda atribuída no país. O final do ano 2014 marca, deste modo, o novo alcance do reconhecimento dos valores de Responsabilidade Social Empresarial inscritos na Norma SA 8000 e seguidos pelo Grupo Cooprofar-Medlog. Manter o equilíbrio entre os desempenhos social, ambiental e económico continua a ser a política seguida pelo Grupo no sentido de garantir um desenvolvimento e crescimento sustentável que visem a melhoria contínua de serviços e produtos. A certificação da SA 8000 é válida até 2017.

Ser internado para sobreviver a uma doença grave e morrer com uma infeção provocada pelo tratamento acontece. E não para de aumentar. Em 3 anos, os hospitais públicos foram palco de um aumento de 55% nos óbitos relacionados com material clínico invasivo, que implica entrar no organismo. A Fundação Gulbenkian quer baixar para metade a ocorrência deste tipo de infeções e, assim, diminuir as mortes associadas. O projeto, com o Ministério da Saúde e o Instítute for Healthcare Improvement (EUA), elegeu 12 hospitais e é hoje lançado. Vão ter 3 anos e 100 mil euros para cumprir o objetivo. Em causa estão 4 infeções por procedimentos invasivos e os serviços de cuidados intensivos, cirurgia geral ou a ortopedia e a medicina interna. A Unidade Local de Saúde de Matosinhos está na liderança no combate às infeções hospitalares. A instituição obteve a nota máxima na escolha da Gulbenkian e tem sido pioneira em vários campos da prevenção e controlo da infeção. [Fonte: Lusa]

As pessoas com arritmia cardíaca têm 5 vezes mais probabilidade de sofrer um AVC fatal ou com sequelas graves, mas existe medicação que pode prevenir a maioria desses acidentes, segundo os especialistas. “Muitos dos AVC têm que ver com antecedentes de tensão arterial, mas há também um grupo muito importante de AVC associado ao aparecimento de uma arritmia, que é a fibrilhação auricular. Cerca de 20% ou mais devem-se a essa arritmia e são geralmente evitáveis pelo uso adequado de medicamentos que dificultam a coagulação do sangue”, alertou  um especialista. “A terapêutica anticoagulante, até há uns anos atrás, era extremamente difícil de fazer, porque os medicamentos que existiam eram influenciados por muitos outros medicamentos, até por alimentos, e o controlo era inadequado na maior parte dos doentes”, contrapôs o especialista. Atualmente “surgiram medicamentos mais modernos”, mais fáceis de utilizar e que permitem no universo desses doentes “evitar 70% dos AVC”. [Fonte: Lusa]