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O Grupo Cooprofar-Medlog, maior grupo de capital exclusivamente português no setor da logística e distribuição farmacêutica, foi distinguido pela conceituada multinacional SGS no âmbito do Sistema de Gestão de Responsabilidade Social (SA 8000) implementado. Auditado pela empresa líder mundial em certificações, o Grupo viu renovada uma certificação que o acompanha desde 2005, tendo sido a segunda atribuída no país. O final do ano 2014 marca, deste modo, o novo alcance do reconhecimento dos valores de Responsabilidade Social Empresarial inscritos na Norma SA 8000 e seguidos pelo Grupo Cooprofar-Medlog. Manter o equilíbrio entre os desempenhos social, ambiental e económico continua a ser a política seguida pelo Grupo no sentido de garantir um desenvolvimento e crescimento sustentável que visem a melhoria contínua de serviços e produtos. A certificação da SA 8000 é válida até 2017.

A Associação de Farmácias de Portugal alertou para os riscos associados à “banalização” da venda de medicamentos em estabelecimentos indiferenciados, e lembra que são um produto com características especiais. Consideram que tal medida traria “perigos de saúde pública” e questiona a capacidade das autoridades de saúde para garantir as condições de segurança exigidas no acondicionamento e disponibilização dos medicamentos aos cidadãos nestes locais. “O aumento da proximidade com este alargamento é uma falsa questão. Este consegue-se alterando a legislação, para permitir a deslocalização geográfica das farmácias, consoante as necessidades de cada população”.  A proposta “vem agravar ainda mais o estado de asfixia financeira em que as farmácias se encontram”, salientando que “a venda de medicamentos fora das farmácias não provocou uma baixa do preço nesses locais”. [Fonte: Lusa]

O secretário de Estado da Saúde está a estudar a hipótese de apenas comparticipar os medicamentos anti-tabaco após a pessoa deixar de fumar. Compra os medicamentos, paga-os com dinheiro do próprio bolso, deixa de fumar e, só depois, o Estado comparticipa o tratamento antitabágico. Para já ainda não passa de uma hipótese, mas Fernando Leal da Costa sublinhou que “é preciso encontrar um sistema de comparticipação que premeie a adesão a um programa de desabituação” e não apenas o uso de um medicamento. No final de 2014, a tutela estimou que comparticipava cerca de 40% dos custos associados a medicamentos para deixar de fumar. O secretário de Estado da Saúde lembrou que a eficácia deste tipo de fármacos “é relativamente baixa” caso não existem “outras medidas de apoio” — daí a sugestão de premiar o uso dos medicamentos após os seus efeitos serem comprovados. [Fonte: Observador]