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O Grupo Cooprofar-Medlog, maior grupo de capital exclusivamente português no setor da logística e distribuição farmacêutica, foi distinguido pela conceituada multinacional SGS no âmbito do Sistema de Gestão de Responsabilidade Social (SA 8000) implementado. Auditado pela empresa líder mundial em certificações, o Grupo viu renovada uma certificação que o acompanha desde 2005, tendo sido a segunda atribuída no país. O final do ano 2014 marca, deste modo, o novo alcance do reconhecimento dos valores de Responsabilidade Social Empresarial inscritos na Norma SA 8000 e seguidos pelo Grupo Cooprofar-Medlog. Manter o equilíbrio entre os desempenhos social, ambiental e económico continua a ser a política seguida pelo Grupo no sentido de garantir um desenvolvimento e crescimento sustentável que visem a melhoria contínua de serviços e produtos. A certificação da SA 8000 é válida até 2017.

As vacinas antipneumocócica (pneumonia), antimeningocócica (meningite) e antirotavírus (gastrenterite aguda) são as mais recomendadas pelos pediatras em Portugal, ainda que não estejam no Plano Nacional de Vacinação, segundo a  Comissão de Vacinas da Sociedade de Infeciologia Pediátrica e Sociedade Portuguesa de Pediatria. A opção da toma de vacinas fora do PNV é uma decisão partilhada entre o médico e a família. No entanto há fatores a ter em consideração, como os encargos para as famílias ou  se o custo da vacina é menor que todos os custos que estariam associados à doença. Relativamente à vacina antipneumocócica, é comercializada a Bexsero, dos laboratórios Novartis. A vacina antirotavírus é comercializadas em Portugal por dois laboratórios diferentes: Rotatix, da GlaxoSmithKline e RotaTeq, da Sanofi. A Vacina antipneumocócica é a Prevenar13, dos laboratórios Pfizer. [Fonte: Observador]

Uma nanopartícula desenvolvida por portugueses poderá resultar num medicamento indicado para o cancro da mama triplo negativo, um tipo de tumor mais agressivo e para o qual não existe um tratamento específico. A investigadora responsável da Treat U, do grupo Bluepharma, afirmou que a Pegasemp é uma nanopartícula inteligente, 80 vezes menor que uma célula, que reconhece os tumores atuando diretamente nos alvos cancerígenos. Os ensaios clínicos decorrem em três fases, as duas primeiras possíveis de realizar em Portugal e à qual estão associados mais de uma dezena de centros de saúde e hospitais. A Pegasemp possui já três patentes registadas nos EUA e está "pronta para ser produzida" à escala industrial. "É um medicamento inteiramente português, pronto para ser utilizado", referiu, dizendo que o medicamento possa chegar ao mercado dentro de 3 anos. [Fonte: Lusa]